terça-feira, 21 de maio de 2013

[Novidades] ASA

Uma ilha deserta plena de sol, vegetação luxuriante e mar cristalino é um cenário de sonho. Ou talvez não... Anna Emerson decide quebrar a sua rotina e deixar Chicago para dar aulas numa ilha tropical. Por seu lado, T. J. Callahan só quer voltar a ter uma vida normal após a sua luta contra o cancro. Mas os pais empurram-no para umas num destino exótico. Anna e T. J. estão a sobrevoar as ilhas das Maldivas a bordo de um pequeno avião quando o impensável acontece: o aparelho despenha-se no mar infestado de tubarões. Conseguem chegar a uma ilha deserta. Sãos e salvos, festejam e aguardam, convictos de que serão encontrados em breve. Ao início, preocupam-se apenas com a sobrevivência imediata e imaginam como será contar tamanha aventura aos amigos. Nunca a citadina Anna se imaginou a caçar para comer. T. J. dá por si a lutar com um tubarão e a ser acolhido por simpáticos golfinhos. Os dois jovens descobrem-se timidamente e exploram a ilha. Mas à medida que os dias se transformam em semanas, e depois em meses, as hipóteses de serem salvos são cada vez menores. Ambos têm sonhos por cumprir e vidas por retomar, e é cada vez mais difícil evitar a grande questão: conseguirão um dia sair daquela ilha? 

Disponível a 4 de Junho.

Com apenas vinte e cinco anos, Julie Barenson tem já uma mágoa maior do que a vida: o seu querido marido, Jim, morreu. Em plena noite de Natal, dilacerada pela perda, ela recebe os dois inesperados presentes que ele lhe deixou. É o típico ato de amor de Jim: não a esquecer nem por um segundo. É assim que Singer, um cachorrinho amoroso e assustado, entra na sua vida. A acompanhá-lo vem um bilhete e uma promessa: Jim velará sempre por ela. Quatro anos depois, Julie está preparada para começar de novo e Richard Franklin parece ser o homem ideal. Mas no seu íntimo, ela sente que algo está errado e termina a relação. A seu lado, incondicionalmente, está Mike Harris, o bondoso melhor amigo de Jim, o homem que a apoiou nos melhores e nos piores momentos. Ao longo dos anos, os sentimentos entre ambos floresceram e parece ter finalmente chegado o momento de viverem plenamente a sua paixão. Mas quando a vida parecia sorrir-lhe de novo, Julie tem de enfrentar o pior dos pesadelos - sobreviver à perseguição de um louco. Nesta comovente história de amor, perda e redenção, Nicholas Sparks ultrapassa os limites do romance ao pintar um quadro implacável dos sombrios desígnios da mente humana. Laços que Perduram é a derradeira prova da sua mestria. 

Disponível a 11 de Junho.

Côte d'Azur, 1998. Émilie lutou sempre contra o seu passado aristocrático. Agora, com a morte da mãe, é obrigada a confrontá-lo pois é a única herdeira do imponente castelo da família. Mas com a casa vem uma pesada dívida e muitas interrogações: qual era a finalidade do quarto secreto que descobre por baixo da adega? Quem é a misteriosa Sophia, que assina um comovente caderno de poemas? Quem foram os protagonistas da trágica paixão que mudou o curso da história da família?   Londres, 1943. Em plena Segunda Guerra Mundial, a inexperiente Constance Carruthers é recrutada pelos serviços de espionagem britânicos e enviada para Paris. Um incidente separa-a do seu contacto na Resistência Francesa, obrigando-a a refugiar-se junto de uma família aristocrata que entretém membros da elite de Hitler ao mesmo tempo que conspira para libertar o país. Numa cidade repleta de espiões e no auge da ocupação nazi, Constance vai ter de decidir a quem confiar o seu coração.   Constance e Émilie estão separadas por meio século mas unidas por laços que resistiram à força demolidora do tempo. Os segredos que o passado encerra pulsam ainda em busca de redenção.

Disponível a 18 de Junho.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

[A Deusa Lê] "O Leitor de Cadáveres", de Antonio Garrido

Sinopse: Um romance fascinante sobre o primeiro médico-legista da História
Na antiga China, só os juízes mais sagazes atingiam o cobiçado título de «leitores de cadáveres», uma elite de legistas encarregados de punir todos os crimes, por mais irresolúveis que parecessem. Cí Song foi o primeiro.
Inspirado numa personagem real, O Leitor de Cadáveres conta a história fascinante de um jovem de origem humilde que, com paixão e determinação, passa de coveiro nos Campos da Morte de Lin’an a discípulo da prestigiada Academia Ming. Aí, invejado pelos seus métodos pioneiros e perseguido pela justiça, desperta a curiosidade do próprio imperador, que o convoca para investigar os crimes atrozes que ameaçam aniquilar a corte imperial.

Um thriller histórico absorvente, minuciosamente documentado, onde a ambição e o ódio andam de mãos dadas com o amor e a morte, na exótica e faustosa China medieval.
Muito mais do que um romance histórico. Muito mais do que um romance de suspense. Muito mais do que um romance de aventuras.


Sobre o autor: Antonio Garrido, nascido em Linares em 1963, estudou Engenharia Industrial e leciona na Universidade Politécnica e na Universidade CEU Cardenal Herrera, ambas em Valência.
O Leitor de Cadáveres foi muito bem acolhido pela crítica, tendo recebido o Prémio Internacional de Romance Histórico "Ciudad de Zaragoza", um dos mais importantes galardões do género. O seu primeiro romance, A Escriba, figura já no catálogo da Porto Editora e obteve um enorme sucesso em Espanha, tendo sido traduzido para treze idiomas.

Porto Editora publica a grande escritora do policial nórdico: Liza Marklund


Com mais de treze milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, Liza Marklund é um dos maiores nomes do policial escandinavo da atualidade e a autora de Lobo Vermelho, que a Porto Editora publica no dia 27 de maio. Inserido numa série protagonizada pela temperamental jornalista Annika Bengtzon, Lobo Vermelho é um thriller emocionante e violento, onde a autora conduz o leitor pelos meandros da sociedade sueca contemporânea.

Liza Marklund estreou-se na escrita em 1995 e desde então publicou onze romances com assinalável sucesso. Atualmente, é coproprietária de uma grande editora e colunista regular do jornal sueco Expressen e do norueguês Verdens Gang.


Sobre o livro: No Norte da Suécia, no pequeno povoado de Luleå, um jornalista é brutalmente assassinado.

Para a repórter do Correio da Tarde de Estocolmo, Annika Bengtzon, não há qualquer dúvida de que o crime está relacionado com a investigação de um ataque a uma base aérea ocorrido nos anos sessenta. Mas esta será apenas a primeira de uma série de mortes acompanhadas de uma carta manuscrita aos familiares. Contra ordens explícitas do chefe, Annika decide continuar a investigação por sua própria conta e risco, envolvendo-se numa espiral de violência e terrorismo que tem por trás um grupo de seguidores da filosofia Mao que se autodenomina «As Feras».
Chegará o momento em que a jovem repórter será obrigada a rever as suas prioridades de vida.Mas não será tarde de mais?

sexta-feira, 17 de maio de 2013

[Novidades] Saída de Emergência


«Enquanto eu tiver chocolate, estarei feliz!»


Mas como será feliz... quando o chocolate acabar?

Este livro pretende mostrar o que devemos fazer quando o "chocolate" acaba. Como poderemos ser felizes sem depender desse "chocolate".


O chocolate é como as coisas boas e fáceis da nossa vida. As coisas que basta querermos e estão ali. Adoramos “chocolate”. Talvez o adoremos tanto que chegamos ao ponto de acreditarmos que «Serei feliz desde que tenha chocolate». Este é o poder do apego em ação. E é com base neste apego que organizamos a nossa vida dando prioridade ao “chocolate”. Mas nem sempre temos chocolate à mão. E quando este desaparece, ficamos infelizes. 

Contudo, é óbvio que não é a falta de chocolate que nos torna infelizes, são as nossas ideias fixas e o facto de não entendermos a verdadeira natureza do “chocolate”.

Reinvente o seu modo de vida faça o que gosta e crie um novo futuro em Startup, Chris Guillebeau mostra-lhe que é possível viver uma vida aventureira, com significado e objectivos... e ganhar bem! 


Com trinta e poucos anos, Chris já visitou mais de 175 países –, porém nunca teve um «emprego a sério» ou um ordenado fixo. Em vez disto, tem um génio especial para transformar ideias em fontes de rendimento e usa o que ganha para suportar a vida aventureira que leva e ajudar os outros.



Nas suas viagens já identificou mais de 1500 pessoas que, tal como ele, lançaram negócios com investimentos bastante modestos (muitas vezes 100 euros ou menos) mas que lhes rendem cerca de 40.000 euros anuais. Desse grupo, decidiu destacar os 50 estudos de caso mais representativos. Em quase todos estes casos, pessoas sem qualquer qualificação específica descobriram, nos seus passatempos, características que podiam ser rentabilizadas e conseguiram mudar de vida, ter liberdade e uma maior realização pessoal. Este livro condensa lições preciosas daqueles que conseguiram.

Prepare-se para conhecer Dragonlance, o clássico da fantasia que influenciou gerações de leitores com um novo mundo cheio de paixão e aventura. 


Os nossos heróis venceram uma batalha, mas não venceram a guerra pelo destino de Krynn. Os servos de Takhisis, a rainha dos Dragões, estão de volta e os povos de todas as nações precisam de lutar para salvar os seus lares e manter a própria liberdade. Mas há muito que as raças estão divididas pelo ódio e preconceito. Guerreiros elfos e cavaleiros humanos lutam entre si e a guerra parece estar perdida antes de começar. 



Forçados a separarem-se pelos acontecimentos, passará ainda algum tempo antes que os nossos heróis se reencontrem. Perseguidos por estranhos sonhos e profecias sinistras, o grupo parte em busca das misteriosas e lendárias orbe e lança do dragão.



Conseguirão, juntos, fazer frente às trevas? E será possível para um cavaleiro caído em desgraça, enfrentar, à pálida luz do inverno, as forças de Takhisis?

O ano novo aproxima-se e Liza, Dulcie e Pru já tomaram as suas resoluções. Quando se atinge a casa dos trinta, está na hora de dar um novo rumo à vida!
Liza quer casar-se. Não tem ninguém em mente, mas atrair homens interessantes nunca foi difícil para si. O problema é que não consegue manter-se interessada neles depois de os conquistar. 

Dulcie acha que o casamento é uma chatice. O seu marido até é lindo, espirituoso e charmoso, mas Dulcie quer desesperadamente mais emoção na sua vida e está decidida a divorciar-se. Pru tem tanta autoestima como uma esfregona de chão. Adora o marido aventureiro e não consegue imaginar a sua vida sem ele. Mas conseguirá manter o casamento?

Que planos matreiros e maliciosos tem o destino, para três amigas que acham que sabem o que querem?

quinta-feira, 16 de maio de 2013

[Novidades] Esfera dos Livros


A morte representa a dor, a perda, mas também o fascínio e O mistério para muitas pessoas. O que existe para além da morte? Uma luz intensa mostra-nos sempre o caminho? Todos atravessamos um túnel comprido para retornar à vida? O que sentimos e o que conseguimos ver nesse caminho? Com quem nos encontramos? 


O reconhecido psiquiatra José Miguel Gaona explica-nos, baseado na sua experiência científica, mas de uma forma divulgativa, o que são e em que consistem as chamadas Experiências de Quase Morte.

Gaona escreve: «Aquilo que está em causa ao tentarmos compreender em que consistem as Experiências de Quase Morte não é apenas se existe vida para além da presente, mas também se conseguimos compreender os complexos modelos de consciência, incluindo a perceção sensorial ou a memória, já que estes processos podem chocar com os conhecimentos atuais da neurofisiologia.»

Com vários testemunhos de crentes e não-crentes que passaram pelo «efeito túnel», este psiquiatra analisa os elementos que fazem parte desta viagem de ida e volta: os sons da morte, a luz, as sensações prazenteiras que sentimos e que segundo recentes descobertas podem ser partilhadas pelos familiares que assistem à morte, as viagens astrais, as visitas de familiares anteriormente falecidos que nos confortam neste processo. Como nos diz Raymond Moody, autor bestseller de Vida depois da Morte, «os investigadores de todo o mundo começam a descobrir que as profundas experiências espirituais dos moribundos são difíceis de explicar». Ao longo das páginas deste livro, um verdadeiro bestseller em Espanha, vai ficar a conhecer, entre outros fascinantes temas:

- Experiências de viagens astrais e saídas fora-do-corpo

- A forma como quando estamos no limiar da morte, vemos a nossa vida em filme, a andar para trás. 

- Técnicas para se aproximar de uma experiência de quase morte. 

- Sensações de presença que sentimos. Existe um anjo protetor?



Um livro fascinante que nos vais fazer encarar a morte com outros olhos. 


Era preciso esquecer a incerteza, as dúvidas que lhe assolavam o coração. Era rei de Portugal, aclamado pelo povo e estava ali para a batalha definitiva, junto do seu fiel amigo e guerreiro do reino, Nuno Álvares Pereira. Iria vencer, como já haviam vencido outras difíceis batalhas, e afirmar-se para sempre na História de Portugal. João havia intuído os sinais que o destino lhe havia deixado… O jornalista João Fernando Ramos traz-nos, no seu romance estreia, a aventurosa e fascinante história de D. João I, o da Boa-Memória. Nasceu filho bastardo, foi mestre de Avis, mas a força das circunstâncias levaram-no a conjurar contra a regente D. Leonor Teles e o seu secretário galego Conde Andeiro, fiéis subservientes dos interesses do reino vizinho. Era preciso assumir um trono para o qual não estava destinado. Lutar pela independência de um povo contra a ameaça castelhana e afirmar a sua dinastia na História de Portugal. Para isso contava com a ajuda silenciosa de Adelaide, uma mulher misteriosa com o suave cheiro das montanhas… Do feliz casamento com a inglesa D. Filipa de Lencastre nasceu uma geração de filhos que marcou para sempre a história do país.

Armados cavaleiros pela mãe moribunda, juntos conquistaram Ceuta, sonharam com novos mundos, conquistaram novas alianças. Foram a Ínclita Geração.


«Nunca compreendi o que é que se passou no Terreiro do Paço. Porquê tanto ódio, tanto sangue? Porque é que fizeram aquilo? Eu que não pensava a não ser no bem do meu povo?...(...) Foi necessário eu sofrer tanto para que vocês me amem tanto, mulheres do povo. Vós, mulheres, viúvas como eu, que eram jovens quando eu também era jovem, ofereceram-me flores e lágrimas… Quem sabe se quando fizer a minha última viagem a Portugal elas me irão oferecer flores de novo?». 


Amada por uns, odiada por outros, D. Amélia de Orleães, a última rainha de Portugal, viveu num mundo em grandes transformações políticas, sociais e culturais. Princesa de França, mas portuguesa de coração, assistiu ao assassinato do marido e do filho, príncipe herdeiro, a tiro de carabina em pleno Terreiro do Paço e ao fim da monarquia num país que a havia acolhido com entusiasmo. Rumou ao exílio primeiro em Inglaterra depois em França, viveu a Primeira Guerra Mundial, resistiu contra a ocupação nazi, recusando deixar o país que a acolhera e que também era seu. Contudo, apesar da tragédia que marcou o seu quotidiano, D. Amélia orientou a sua vida pela divisa que escolheu para si: Esperança. José Alberto Ribeiro, diretor da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, um apaixonado pela figura desta rainha alta e de personalidade forte, traz-nos uma biografia reveladora de factos e acontecimentos até agora ignorados ou silenciados sobre a sua vida. Após anos de pesquisa em arquivos nacionais e estrangeiros, nomeadamente no Arquivo Nacional de França, em Paris, da leitura dos diários privados da rainha, escritos ao longo de 65 anos, desde que chegou a Portugal até ao fim dos seus dias, o autor reconstituiu a vida e o quotidiano de D. Amélia. Da sua infância, passando pelo seu casamento, a relação com D. Carlos e com os filhos de quem sempre foi uma mãe extremosa, os dias comuns e os dias de grande gala, os seus gostos, a sua curiosidade pelas novidades da ciência, pela cultura e as suas ações de solidariedade, passando pelos seus desencantos e tristezas, o exílio forçado, o calvário da morte de mais um filho, D. Manuel, as questões de sucessão do trono português, e a sua relação de correspondência com António de Oliveira Salazar que a convida a visitar Portugal. A rainha deixou expresso que após a sua morte estes diários deveriam ser queimados, o que não veio acontecer. José Alberto Ribeiro foi o único historiador a ter acesso, na sua totalidade, a estes diários, bem como a um conjunto de imagens desconhecidas que são reproduzidas nesta biografia amplamente ilustrada. D. Amélia morre a 25 de outubro de 1951, na sua cama gravada com as armas de França e dos Bragança. Tinha então 86 anos. As suas últimas palavras foram: «Levem-me para Portugal, adormeço em França mas é em Portugal que quero dormir para sempre. No presente, Deus está comigo.»

Domingo, 4 de julho de 1937, 10h20. Rua Barbosa du Bocage. António de Oliveira Salazar preparava-se para sair da sua viatura oficial, um Buick, frente à casa do seu amigo pessoal Josué Trocado, em cuja capela privativa costumava assistir à missa dominical. De repente, uma enorme explosão atroa os ares e esventra a rua. Fumo, pedras, lajes e placas voam pelos ares. Abre-se uma cratera larga e funda na rua. A perplexidade é total. Ouve-se gritos, gente que foge, pessoas que acorrem a ver o sucedido. Trocado precipita-se para a viatura. Ileso, sacudindo a poeira que o cobrira, o ditador sai da viatura pelo seu próprio pé, olha para os lados e aparentemente indiferente, frio, diz: «Vamos assistir à missa.» Esta é a extraordinária história, quase cinematográfica, do único atentado contra a vida de António de Oliveira Salazar, que o historiador João Madeira nos conta ao longo destas páginas. Reconstituindo factos, segue a investigação policial que imediatamente foi montada com exames, inspeções, denúncias e teses contraditórias e se torna numa verdadeira caça ao homem. É preciso encontrar culpados, a todo o custo. Surge então o fantástico «grupo terrorista» do Alto do Pina. Mas a trama é mais complexa do que parece. Este é um acontecimento que se enquadra no contexto da guerra civil de Espanha e das ações de solidariedade desenvolvidas pela Frente Popular Portuguesa em convergência com os anarquistas.

Os jornais da época, as conversas de boca em boca à saída das igrejas, todos falavam em milagre. Mas na realidade, uma sucessão de episódios de circunstâncias inesperadas e de erros, nomeadamente no fabrico do tubo metálico, demasiado curto, que serviria de bomba, fez com que esta detonasse em sentido contrário do local preciso onde o carro estacionara. Por pura sorte, António de Oliveira Salazar escaparia sem um arranhão deste atentado. No final, enquanto uns lhe pediam repouso, mantendo a pose bem afivelada, sorriu e respondeu «Como fiquei vivo terei de continuar a trabalhar».