terça-feira, 28 de maio de 2013

Novidade!

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Beijinhos

[A Deusa Lê] "Morte na Aldeia", de Caroline Graham

Sinopse: Badger's Drift é a típica aldeia inglesa onde todos se conhecem e, aparentemente, nada acontece. Tem um vigário, um médico desastrado, umas quantas figuras excêntricas e uma solteirona amorosa, famosa pelas suas bolachas caseiras. Mas quando a velhinha morre subitamente, a sua melhor amiga não se conforma. Ela sabe que aquela morte não foi natural. O inspector-chefe Barnaby e o incansável sargento Troy não têm alternativa senão investigar. E o lado sombrio da pitoresca aldeia começa lentamente a ser revelado. Perante velhos ressentimentos e novas rivalidades, ódios intensos e paixões dissimuladas, Barnaby está cada vez mais alarmado. Infelizmente, um segundo e hediondo crime vai confirmar as suas piores suspeitas. Morte na Aldeia foi considerado um dos 100 Melhores Policiais de Sempre pela Crime Writers' Association.

[Opinião] "Bananus Maximus", de Tim Collins

Sinopse: O meu nome é Bananus Maximus, e um dia serei o maior herói da história de Roma. No futuro, quando eu for rico e poderoso, hão-de querer escrever a minha biografia. Por isso resolvi criar este diário. Mas acho que esse dia ainda está longe. É que a vida não me anda a correr muito bem.
Os meus amigos gozam comigo, o Pai não me dá atenção e a Mãe só tem olhos para as suas galinhas sagradas. O meu grande objetivo na vida é aprender a lutar como um gladiador. Eu sei que há um guerreiro destemido dentro de mim... Só espero que não demore muito a aparecer!





Opinião: Bem, li este livro em menos de um dia! É completamente envolvente e divertido. Adorei completamente.

É muito bom para desanuviar um bocado e para relaxar. 
Neste livro, temos um rapaz chamado Bananus Maximus, cujo sonho máximo é ser "um grande herói". Mas ele é completamente desastrado e os seus relatos são de chorar a rir. 



Recomendo, claro. E quero ler o próximo volume!

[Opinião] "A Imperatriz que veio de Portugal", de Mercedes Balsemão

Sinopse: Isabel concretizava o sonho porque esperara toda a sua vida. Na alegre e imponente cidade de Sevilha, a infanta portuguesa, filha de D. Manuel I, viu pela primeira vez o seu marido. Carlos V, rei da Hispânia e imperador do Sacro Império Romano-Germânico, o soberano mais poderoso de toda a Cristandade. O amor nasceu naquele mesmo instante e durou toda a sua vida, até a morte a arrebatar, sem piedade, com apenas 36 anos depois de mais um acesso de febre, consequência de um último parto mal sucedido.
Carlos V não escondeu a dor da sua perda. Não voltaria a casar, abdicando da Coroa de Castela para seu filho. Aclamada por todos como a mulher mais bela da sua época, Isabel exerceu na perfeição a sua função de rainha, mulher e mãe. Foi regente de Castela durante as prolongadas ausências do marido pela Europa, mostrando inteligência e perspicácia na resolução das questões do reino. Culta, musa de poetas e pintores desenvolveu uma intensa atividade cultural na corte. Engravidou seis vezes, tendo apenas sobrevivido três dos seus filhos. O mais velho, único varão, assumiria o trono de Castela como Filipe II, Filipe I de Portugal. Na sua primeira incursão pela escrita de romances, e depois de uma exaustiva pesquisa, Mercedes Balsemão traça-nos o retrato desta magnífica infanta portuguesa, mulher do Renascimento. Na Europa do século XVI, palco de batalhas, guerra, alianças e traições, em plena reforma religiosa, D. Isabel tornou-se numa protagonista do seu tempo.

Opinião: Existem momentos em que nos deparamos com livros que nos fazem sonhar e que nos transportam para outros tempos e outras terras. Foi o que aconteceu com "A Imperatriz que veio de Portugal".
Para começar tem uma capa maravilhosa! As cores são chamativas, o que torna a leitura deste livro ainda mais apelativa.
Quando iniciamos o livro é-nos dada a conhecer a personagem principal, Isabel, já no leito da sua morte. Confundiu-me um pouco, porque não estou habituada a começar pelo fim. Mas com o decorrer da leitura fui ficando cada vez mais maravilhada com este mulher de que tão pouco se fala. E eu, tenho de admitir, pouco sabia sobre ela. Talvez por ser mãe do rei que uniu Portugal e Espanha. Esta rainha-imperatriz mostrou ao mundo que era possível existir casamentos com amor, casamentos felizes mesmo com enormes ausências. 
Mercedes Balsemão mostra-nos que Isabel era uma pessoa humilde, com bom coração e que não se incluía nas intrigas que circulavam pela corte naqueles tempos.
Existiram certos momentos em que eu desejei um final feliz para esta mulher que tanto deu ao país vizinho. Mas, sendo este livro baseado numa história real, esse final feliz era quase impossível de concretizar.
Como ponto negativo quero só apresentar dois aspectos: os capítulos poderiam estar assinalados com datas. Por vezes tornava-se difícil enquadrar-me na acção. Só o conseguia fazer com o nascimento ou morte dos filhos. O outro aspecto, que se liga com a ausência das datas é a falta de coerência pelo menos numa parte do livro. Nas páginas iniciais temos a árvore genealógica de Isabel e, lá, a data de nascimento da sua filha Joana é em 1537. Mas no decorrer do livro, aquando do nascimento da mesma é-nos apresentada uma carta de Carlos V datada de 1535 em que dá os parabéns a D.Isabel pelo nascimento da filha. Então? Em que ficamos? 1535 ou 1537? Fiquei na dúvida.
Mas tirando estes aspectos só posso dizer que adorei este livro, e que esta é uma escritora a seguir!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

[Novidade] Porto Editora

Título: A Evasão
Autor: Robert Muchamore
Coleção: Henderson’s Boys
Tradução: Miguel Marques da Silva
Págs.: 280
Capa: mole
PVP: 12,90 €

Estamos no verão de 1940 e o exército de Hitler está a avançar por Paris, obrigando à evasão de milhões de civis franceses.
No meio do caos, duas crianças britânicas são perseguidas por agentes alemães. O espião inglês Charles Henderson tenta alcançá-las primeiro, mas só conseguirá fazê-lo com a ajuda de um órfão francês de 12 anos. Os serviços secretos britânicos estão prestes a descobrir que as crianças podem ajudá-los a vencer a guerra.
Para efeitos oficiais, estas crianças não existem...



Disponível no dia 3 de Junho.