quinta-feira, 30 de maio de 2013

[Novidade] A Reviravolta de Michael Conelly [Porto Editora]

Após O Veredicto, a Porto Editora publica, a 7 de junho, A Reviravolta, um novo thriller judicial de Michael Connelly, com intriga, suspense e muitas reviravoltas. Para além de ter ocupado o desejado primeiro lugar na lista de mais vendidos do New York Times, A Reviravoltafoi ainda considerado um dos melhores livros do autor. Este livro insere-se na série protagonizada pelo detetive Harry Bosch, onde as salas do tribunal ocupam o cenário de eleição. Desta vez, para alcançar o seu objetivo, o protagonista terá de se aliar ao gabinete do procurador do Ministério Público, seu habitual opositor. 

Sinopse: Em 1986, um crime brutal abalou a vida dos habitantes de Hancock Park: Melissa Landy, de doze anos, foi raptada e brutalmente assassinada, e o seu corpo atirado para uma lixeira. Vinte e quatro anos depois, o caso regressa à barra dos tribunais, sob o olhar atento dos meios de comunicação social. Jason Jessup, o suposto infanticida, tem em seu poder uma prova de ADN capaz de o ilibar do crime. Porém, o advogado Mickey Haller, conhecido pelas suas defesas vitoriosas, aceita agora uma nova missão: trabalhar pela primeira vez com o gabinete do procurador do Ministério Público para provar a culpa de Jessup.
Com a ajuda do detetive Bosch e da ex-mulher, a destemida Maggie McPherson, Haller terá então de superar um advogado de defesa hábil na manipulação dos meios de comunicação social, um réu ardiloso e uma testemunha relutante em depor ao fim de tantos anos. E o jogo torna-se cada vez mais perigoso à medida que a família de Haller e Bosch se veem transformadas em peças de xadrez num tabuleiro fatal. 

Sobre o Autor: Michael Connnelly, nasceu a 21 de julho de 1956, nos Estados Unidos. Diplomado em jornalismo pela Universidade da Floria, foi repórter do Los Angeles Times e é o autor da série de thrillers de Harry Bosh e outros bestsellers aclamados pela crítica.

Amos Oz galardoado com o Prémio Franz Kafka 2013


O escritor israelita Amos Oz foi galardoado com o Prémio Franz Kafka 2013, atribuído por um júri internacional, que reconheceu nos livros do autor uma “criação literária excepcional no plano artístico” e que “interpelam os leitores, independentemente da sua origem, nacionalidade e cultura”.
Amos Oz, de quem a Dom Quixote acaba de editar Cenas da Vida de Aldeia, irá receber este Prémio, no valor de 10 000 dólares, no decorrer de uma cerimónia organizada pela Câmara de Praga, no final de Outubro, quando ali se realizar a Festa Nacional da República Checa.
Fundador do movimento pacifista israelita Paz Agora, Amos Oz, autor de, entre outros, Uma História de Amor e Trevas, A Caixa Negra, Não Chames Noite à Noite, A Terceira Condição e Contra o Fanatismo, já recebeu várias distinções literárias, entre as quais se contam o Prémio Femina (1988), o Prémio da Paz dos Livreiros Alemães (1992), o Prémio Israel de Literatura (1998), o Prémio Goethe (2005) e o Prémio Príncipe das Astúrias (2007).
O escritor israelita mais conhecido e lido no Mundo nasceu em Jerusalém, em 1939. Reside actualmente em Arad, onde se dedica à militância a favor da paz entre palestinianos e israelitas, e é professor de literatura na Universidade Ben-Gurion, no deserto do Negev. Escritor e jornalista, é autor de uma vasta obra que inclui romances e ensaios traduzidos em mais de 30 línguas. É, desde 1991, membro da Academia da Língua Hebraica. 

Fonte: Portal da Literatura

Alfarroba lançamento


quarta-feira, 29 de maio de 2013

[Novidades] Esfera dos Livros


Costurar é divertido. Ainda mais quando é um momento que pode ser partilhado entre pais e filhos, avós e netos, alunos e professores. Ao longo das páginas deste livro encontra 65 projetos de costura para fazer com as crianças. 


Gostava de fazer uma toalha de praia para o seu filho? Que tal renovarem a decoração do quarto com almofadas divertidas? E durante o fim de semana de chuva, em vez de ligar a televisão porque não fazer uma mochila para a escola, um estojo ou uma bolsa para os óculos não se andarem sempre a perder? Já perguntou aos seus filhos se gostavam de fazer os seus próprios brinquedos, um urso de peluche, um ninja ou uma boneca de trapos? 

Depois do sucesso dos seus anteriores livros – Costura-mania e Uma Casa para Costurar – Joana Nobre Garcia, que leciona costura criativa a crianças em vários colégios, como atividade de enriquecimento curricular, traz-nos um livro que vai reunir pequenos e graúdos à volta da caixa de costura. Projetos simples e divertidos, explicados passo a passo, com fotografias e moldes para recortar.


«As cegonhas são galinhas compridas.»

«Ter amigos é ter uma família igual à do pai Natal.»

«O amor é um quebra-cabeças.»

«Os computadores são miolos.»

Com a curiosidade que lhes é característica, surpresos, espantados, a rir à gargalhada, receosas ou ávidas de saber mais. É assim que os olhos das crianças veem o mundo. Ao longo destas páginas o leitor vai descobrir a sabedoria das crianças acerca dos mais diversos temas. Da amizade, ao amor, os irmãos, o divórcio, os vizinhos, o corpo humano, a alimentação, a sexualidade, os animais, o trabalho, as profissões, a escola, os livros, os computadores, o dinheiro, o futebol, os políticos, a liberdade, o mundo, as estrelas, o Sol, a Lua, a morte, Deus – nada escapa à observação dos mais novos que têm sempre uma palavra a dizer sobre tudo. Estes testemunhos foram recolhidos de norte a sul do continente e regiões autónomas, pela jornalista e autora de livros infantis Maria Inês Almeida, em escolas e colégios, entre amigos, colegas e vizinhos. Frases inesperadas, divertidas, emotivas que foram objeto de reflexão por parte de especialistas como o pediatra Mário Cordeiro, a psicóloga infantil Sofia Nunes da Silva, ou frei Bento, entre outros. Uma visão original sobre o mundo que nos rodeia, a qual nos faz a nós adultos pensar na inocência dos nossos filhos e na necessidade de escutá-los com atenção.   

«O corpo humano é um computador ambulante.»

«Deus é a melhor pessoa que existe.»

«O dinheiro é um amor falso.»

«O divórcio é ficar com a família desfeita.»

«A escola é uma coisa para trabalhar.»

«Os irmãos são amigos verdadeiros.»



A morte representa a dor, a perda, mas também o fascínio e O mistério para muitas pessoas. O que existe para além da morte? Uma luz intensa mostra-nos sempre o caminho? Todos atravessamos um túnel comprido para retornar à vida? O que sentimos e o que conseguimos ver nesse caminho? Com quem nos encontramos? 


O reconhecido psiquiatra José Miguel Gaona explica-nos, baseado na sua experiência científica, mas de uma forma divulgativa, o que são e em que consistem as chamadas Experiências de Quase Morte.

Gaona escreve: «Aquilo que está em causa ao tentarmos compreender em que consistem as Experiências de Quase Morte não é apenas se existe vida para além da presente, mas também se conseguimos compreender os complexos modelos de consciência, incluindo a perceção sensorial ou a memória, já que estes processos podem chocar com os conhecimentos atuais da neurofisiologia.»

Com vários testemunhos de crentes e não-crentes que passaram pelo «efeito túnel», este psiquiatra analisa os elementos que fazem parte desta viagem de ida e volta: os sons da morte, a luz, as sensações prazenteiras que sentimos e que segundo recentes descobertas podem ser partilhadas pelos familiares que assistem à morte, as viagens astrais, as visitas de familiares anteriormente falecidos que nos confortam neste processo. Como nos diz Raymond Moody, autor bestseller de Vida depois da Morte, «os investigadores de todo o mundo começam a descobrir que as profundas experiências espirituais dos moribundos são difíceis de explicar». Ao longo das páginas deste livro, um verdadeiro bestseller em Espanha, vai ficar a conhecer, entre outros fascinantes temas:

- Experiências de viagens astrais e saídas fora-do-corpo

- A forma como quando estamos no limiar da morte, vemos a nossa vida em filme, a andar para trás. 

- Técnicas para se aproximar de uma experiência de quase morte. 

- Sensações de presença que sentimos. Existe um anjo protetor?



Um livro fascinante que nos vais fazer encarar a morte com outros olhos. 


Era preciso esquecer a incerteza, as dúvidas que lhe assolavam o coração. Era rei de Portugal, aclamado pelo povo e estava ali para a batalha definitiva, junto do seu fiel amigo e guerreiro do reino, Nuno Álvares Pereira. Iria vencer, como já haviam vencido outras difíceis batalhas, e afirmar-se para sempre na História de Portugal. João havia intuído os sinais que o destino lhe havia deixado… O jornalista João Fernando Ramos traz-nos, no seu romance estreia, a aventurosa e fascinante história de D. João I, o da Boa-Memória. Nasceu filho bastardo, foi mestre de Avis, mas a força das circunstâncias levaram-no a conjurar contra a regente D. Leonor Teles e o seu secretário galego Conde Andeiro, fiéis subservientes dos interesses do reino vizinho. Era preciso assumir um trono para o qual não estava destinado. Lutar pela independência de um povo contra a ameaça castelhana e afirmar a sua dinastia na História de Portugal. Para isso contava com a ajuda silenciosa de Adelaide, uma mulher misteriosa com o suave cheiro das montanhas… Do feliz casamento com a inglesa D. Filipa de Lencastre nasceu uma geração de filhos que marcou para sempre a história do país.

Armados cavaleiros pela mãe moribunda, juntos conquistaram Ceuta, sonharam com novos mundos, conquistaram novas alianças. Foram a Ínclita Geração.


«Nunca compreendi o que é que se passou no Terreiro do Paço. Porquê tanto ódio, tanto sangue? Porque é que fizeram aquilo? Eu que não pensava a não ser no bem do meu povo?...(...) Foi necessário eu sofrer tanto para que vocês me amem tanto, mulheres do povo. Vós, mulheres, viúvas como eu, que eram jovens quando eu também era jovem, ofereceram-me flores e lágrimas… Quem sabe se quando fizer a minha última viagem a Portugal elas me irão oferecer flores de novo?». 

Amada por uns, odiada por outros, D. Amélia de Orleães, a última rainha de Portugal, viveu num mundo em grandes transformações políticas, sociais e culturais. Princesa de França, mas portuguesa de coração, assistiu ao assassinato do marido e do filho, príncipe herdeiro, a tiro de carabina em pleno Terreiro do Paço e ao fim da monarquia num país que a havia acolhido com entusiasmo. Rumou ao exílio primeiro em Inglaterra depois em França, viveu a Primeira Guerra Mundial, resistiu contra a ocupação nazi, recusando deixar o país que a acolhera e que também era seu. Contudo, apesar da tragédia que marcou o seu quotidiano, D. Amélia orientou a sua vida pela divisa que escolheu para si: Esperança. José Alberto Ribeiro, diretor da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, um apaixonado pela figura desta rainha alta e de personalidade forte, traz-nos uma biografia reveladora de factos e acontecimentos até agora ignorados ou silenciados sobre a sua vida. Após anos de pesquisa em arquivos nacionais e estrangeiros, nomeadamente no Arquivo Nacional de França, em Paris, da leitura dos diários privados da rainha, escritos ao longo de 65 anos, desde que chegou a Portugal até ao fim dos seus dias, o autor reconstituiu a vida e o quotidiano de D. Amélia. Da sua infância, passando pelo seu casamento, a relação com D. Carlos e com os filhos de quem sempre foi uma mãe extremosa, os dias comuns e os dias de grande gala, os seus gostos, a sua curiosidade pelas novidades da ciência, pela cultura e as suas ações de solidariedade, passando pelos seus desencantos e tristezas, o exílio forçado, o calvário da morte de mais um filho, D. Manuel, as questões de sucessão do trono português, e a sua relação de correspondência com António de Oliveira Salazar que a convida a visitar Portugal. A rainha deixou expresso que após a sua morte estes diários deveriam ser queimados, o que não veio acontecer. José Alberto Ribeiro foi o único historiador a ter acesso, na sua totalidade, a estes diários, bem como a um conjunto de imagens desconhecidas que são reproduzidas nesta biografia amplamente ilustrada. D. Amélia morre a 25 de outubro de 1951, na sua cama gravada com as armas de França e dos Bragança. Tinha então 86 anos. As suas últimas palavras foram: «Levem-me para Portugal, adormeço em França mas é em Portugal que quero dormir para sempre. No presente, Deus está comigo.»

[Novidade] Porto Editora

Uma história de amor ousada e sedutora

Summer Zahova instala-se em Nova Iorque e desfruta a sua nova vida profissional numa importante orquestra. Sob o olhar atento de Simón, o atraente maestro venezuelano, a carreira de Summer desenvolve-se, trazendo-lhe estabilidade. No entanto, uma cidade diferente e o sucesso alcançado trazem-lhe novas tentações e em breve Summer sentir-se-á atraída pelo mundo perigoso e secreto da intriga e do desejo, que ela pensara ter deixado para sempre.
Entretanto, Dominik, o abastado professor universitário, apercebendo-se que a sua vida não faz sentido sem Summer, decide deixar Londres e vai viver para Nova Iorque. Dominik está convencido de que pode proteger Summer do seu lado mais sombrio, não compreendendo que as suas próprias paixões acabam por ser destrutivas para ambos.

Vina Jackson continua a surpreender-nos neste segundo volume da série 80 Dias, um romance excitante, sedutor e cheio de surpresas.