Thea e Romy são duas lindas bebés cujo futuro é ditado por uma moeda atirada ao ar. Separadas e vendidas na calada da noite, os seus destinos não podiam ser mais diferentes. Thea é enviada para os Estados Unidos, onde a espera uma vida de privilégio e luxo. Romy é internada num violento e degradado orfanato na Alemanha de Leste. Embora vivam em continentes diferentes, os seus caminhos vão cruzar-se ao longo dos anos, sem que nenhuma conheça a identidade da outra. Mas os seus mundos acabarão por colidir um dia. Face a uma tragédia iminente, com tudo o que lhes é mais querido em jogo, elas têm apenas duas opções: destruírem-se mutuamente ou unirem-se, arriscando as próprias vidas, para descobrir a chocante verdade sobre o seu passado.
Das vielas decadentes de Londres aos arranha-céus de Nova Iorque, das montanhas geladas da Europa de Leste às exuberantes praias das Caraíbas, duas mulheres unidas pelo poder invisível dos laços de sangue constroem as suas vidas numa luta permanente contra a arbitrariedade do acaso.
Sobre a autora: Joanna Rees cresceu no Essex, em Inglaterra, e licenciou-se em Inglês e Teatro no Goldsmiths College, em Londres. Após uma sucessão de empregos bizarros, que vão desde um negócio de entrega de sandes à escrita de textos promocionais em embalagens de cereais, publicou o seu primeiro romance em 1997, sob o seu nome de solteira, Josie Lloyd. Isto permitiu-lhe conhecer o romancista Emlyn Rees, com quem escreveu vários bestsellers traduzidos para vinte e seis línguas e com quem casou e teve três filhos. A partir de 2007, voltou a escrever a solo. Menina Rica, Menina Pobre é o seu primeiro romance publicado na ASA.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
[Opinião] "Morte na Aldeia", de Caroline Graham
Sinopse: Badger’s Drift é a típica aldeia inglesa onde todos se conhecem e, aparentemente, nada acontece. Tem um vigário, um médico desastrado, umas quantas figuras excêntricas e uma solteirona amorosa, famosa pelas suas bolachas caseiras. Mas quando a velhinha morre subitamente, a sua melhor amiga não se conforma. Ela sabe que aquela morte não foi natural.
O inspector-chefe Barnaby e o incansável sargento Troy não têm alternativa senão investigar. E o lado sombrio da pitoresca aldeia começa lentamente a ser revelado. Perante velhos ressentimentos e novas rivalidades, ódios intensos e paixões dissimuladas, Barnaby está cada vez mais alarmado. Infelizmente, um segundo e hediondo crime vai confirmar as suas piores suspeitas.
Morte na Aldeia, de Caroline Graham, foi considerado um dos 100 Melhores Policiais de Sempre pela Crime Writers’ Association.
Opinião:
Gostei muito deste livro!
Tenho de confessar que não sou grande fã de policiais, mas
este livro cativou-me de uma forma muito particular.
Posso começar por falar da capa: chamativa, muito bem
construída e aquela senhora ali é muito requintada (talvez um pouco anos 50,
60). Tenho de admitir que foi a capa que me chamou a atenção para a leitura
deste livro. E quando li que este livro foi considerado um dos 100 melhores
policiais de Sempre pela Crime Writers’ Association ainda fiquei com mais
vontade.
A história está muito bem construída, com diálogos e
descrições em igual medida (o que tornou a leitura fácil), existe um leque
considerável de personagens e, claro a personagem principal. O inspector
Barnaby é um homem inteligente e metódico e que pegou numa investigação em que
poucos acreditavam. Gostei muito do inspector, mas também gostei do Sargento
Troy e da sua enorme vontade de agradar.
É um livro muito bem conseguido e estou ansiosa pela
publicação dos próximos volumes. É uma série a seguir, com certeza.
Recomendo.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
[Novidade] A Reviravolta de Michael Conelly [Porto Editora]
Após O Veredicto, a Porto Editora publica, a 7 de junho, A Reviravolta, um novo thriller judicial de Michael Connelly, com intriga, suspense e muitas reviravoltas. Para além de ter ocupado o desejado primeiro lugar na lista de mais vendidos do New York Times, A Reviravoltafoi ainda considerado um dos melhores livros do autor. Este livro insere-se na série protagonizada pelo detetive Harry Bosch, onde as salas do tribunal ocupam o cenário de eleição. Desta vez, para alcançar o seu objetivo, o protagonista terá de se aliar ao gabinete do procurador do Ministério Público, seu habitual opositor.
Sinopse: Em 1986, um crime brutal abalou a vida dos habitantes de Hancock Park: Melissa Landy, de doze anos, foi raptada e brutalmente assassinada, e o seu corpo atirado para uma lixeira. Vinte e quatro anos depois, o caso regressa à barra dos tribunais, sob o olhar atento dos meios de comunicação social. Jason Jessup, o suposto infanticida, tem em seu poder uma prova de ADN capaz de o ilibar do crime. Porém, o advogado Mickey Haller, conhecido pelas suas defesas vitoriosas, aceita agora uma nova missão: trabalhar pela primeira vez com o gabinete do procurador do Ministério Público para provar a culpa de Jessup.
Com a ajuda do detetive Bosch e da ex-mulher, a destemida Maggie McPherson, Haller terá então de superar um advogado de defesa hábil na manipulação dos meios de comunicação social, um réu ardiloso e uma testemunha relutante em depor ao fim de tantos anos. E o jogo torna-se cada vez mais perigoso à medida que a família de Haller e Bosch se veem transformadas em peças de xadrez num tabuleiro fatal.
Sobre o Autor: Michael Connnelly, nasceu a 21 de julho de 1956, nos Estados Unidos. Diplomado em jornalismo pela Universidade da Floria, foi repórter do Los Angeles Times e é o autor da série de thrillers de Harry Bosh e outros bestsellers aclamados pela crítica.
Amos Oz galardoado com o Prémio Franz Kafka 2013
O escritor israelita Amos Oz foi galardoado com o Prémio Franz Kafka 2013, atribuído por um júri internacional, que reconheceu nos livros do autor uma “criação literária excepcional no plano artístico” e que “interpelam os leitores, independentemente da sua origem, nacionalidade e cultura”.
Amos Oz, de quem a Dom Quixote acaba de editar Cenas da Vida de Aldeia, irá receber este Prémio, no valor de 10 000 dólares, no decorrer de uma cerimónia organizada pela Câmara de Praga, no final de Outubro, quando ali se realizar a Festa Nacional da República Checa.
Fundador do movimento pacifista israelita Paz Agora, Amos Oz, autor de, entre outros, Uma História de Amor e Trevas, A Caixa Negra, Não Chames Noite à Noite, A Terceira Condição e Contra o Fanatismo, já recebeu várias distinções literárias, entre as quais se contam o Prémio Femina (1988), o Prémio da Paz dos Livreiros Alemães (1992), o Prémio Israel de Literatura (1998), o Prémio Goethe (2005) e o Prémio Príncipe das Astúrias (2007).
O escritor israelita mais conhecido e lido no Mundo nasceu em Jerusalém, em 1939. Reside actualmente em Arad, onde se dedica à militância a favor da paz entre palestinianos e israelitas, e é professor de literatura na Universidade Ben-Gurion, no deserto do Negev. Escritor e jornalista, é autor de uma vasta obra que inclui romances e ensaios traduzidos em mais de 30 línguas. É, desde 1991, membro da Academia da Língua Hebraica.
Fonte: Portal da Literatura
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