sexta-feira, 23 de agosto de 2013

[A Deusa Lê] "A Dama do Retrato", de Maeve Haran

Sinopse: Esta é a minha história; caber-vos-á decidir se é um grande romance ou uma tragédia.
Quando chega à corte da Restauração, Frances Stuart, de apenas dezasseis anos, depressa descobre que tanto a sua beleza como a sua inocência são altamente prezadas - invejadas pelas damas e cobiçadas pelos cavalheiros. O rei Carlos II, loucamente apaixonado por ela, está disposto a tudo para a tornar sua amante.
Mas Frances não é apenas um rosto bonito: ela está determinada a fazer as suas próprias escolhas de vida, e a conquistar o homem que ama. Conseguirá ela escapar às armadilhas resultantes da obsessão do monarca, dos ciúmes da rainha, e da maldade da amante mais influente do rei e levar a sua avante?

Tendo como pano de fundo a Grande Praga e o Grande Incêndio de Londres, A Dama do Retrato é a imagem vívida da vida na decadente corte de Carlos II e da coragem de uma mulher que luta pelo seu próprio destino.





Sobre a autora: Maeve Haran licenciou-se em Direito pela Universidade de Oxford e trabalhou como jornalista e produtora de Televisão até escrever o romance Having it All que se tornou um bestseller mundial e está traduzido em 26 línguas. Escreveu mais oito romances contemporâneos e uma obra de não ficção, The Froth in the Cappuccino. Há três anos, começou a escrever ficção histórica. O seu primeiro romance histórico foi The Lady and the Poet.
É professora convidada do Conselho da faculdade de Newnham, da Universidade de Cambridge.
É casada e tem três filhos, um gato preto e branco e um terrier tibetano muito desobediente. Vive com o marido no norte de Londres e tem uma casa de campo em Sussex Downs.

[Opinião] "Marés Perigosas", de Christine Feehan

Sinopse: Sete irmãs… Venha conhecer a história de Libby Drake, a mais bela, misteriosa e sensível das irmãs Drake.
A Dr.ª Libby Drake é uma mulher sensível e prática. Para as suas irmãs muito mais aventureiras, ela sempre foi a «rapariga bem-comportada». Certamente que não a veem como uma mulher capaz de atrair a atenção de um génio como Ty Derrick – até um acidente trágico deixar o atraente bioquímico à sua mercê.
Ao ajudá-lo, ela vai avivar os desejos há muito reprimidos do recém despertado Ty pela mulher que lhe salvou a vida. Mas ele não é o único homem que anda de olho em Libby Drake. Ela captou igualmente a atenção de um admirador perigosamente influente. Alguém que persegue a sua beleza elementar e tem algum objetivo perverso. E está disposto a tudo para o conseguir.

Com a sua combinação sensual de romance e suspense de cortar a respiração, a campeã de vendas número um do New York Times, Christine Feehan, chega com ousadia onde nenhum outro escritor chegou. Desta feita apresenta-nos Libby Drake, uma das mágicas irmãs Drake todas elas encantadas por profecias de amor…



Opinião:
"Marés Perigosas" é o primeiro livro que li de Christine Feehan e, sinceramente, não fiquei fã. Eu sei que este livro é o quarto livro de uma série, mas isso não impediu que conseguisse conhecer as personagens, os seus poderes e a trama.


Libby Drake é médica e possui o dom da cura. Desde a universidade que se sente atraída por Ty Derrick. Um homem com um cérebro enorme, uma arrogância ainda maior e um vicío por adrenalina que supera o resto. Quando Ty tem um acidente que o coloca entre a vida e a morte, Libby não resiste ao impulso de o curar. E é a partir daqui que Libby e Ty se aproximam e descobrem que sentre se amarem. Mesmo que não soubessem. Mas existe algo (ou alguém) que não os quer juntos, nem felizes e irá fazer de tudo para os separar. Nem que para isso tenha de haver mortes.

Na minha opinião, Christine Feehan escreveu um livro maçudo. Não consegui entrar na história e só queria que o livro terminasse para puder passar para outro. Eu sei que a história tem que girar em torno dos protagonistas, mas a Libby é uma mulher chata, chata, chata. Não consegui sentir empatia com ela, e só queria que ela parasse de falar. No que diz respeito ao Ty, até que gostei dele. Arrogante, inteligente, forte, protector. Todas as qualidades que gosto num homem... Mas também houve partes em que me fartei dele e parei de ler.

Durante a leitura apercebi-me que se repetiam palavras e, durante as cenas sexuais, os nomes usados para definir os órgãos sexuais eram um bocado esquisitos e forçados.
Tenho também a dizer que o vilão desta história era previsível, mas gostei do seu final e da situação em que ele morreu.

Libby e Ty felizes para sempre. Adeus.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

[A Deusa Lê] "Marés Perigosas", de Christine Feehan

Sinopse: Sete irmãs… Venha conhecer a história de Libby Drake, a mais bela, misteriosa e sensível das irmãs Drake.
A Dr.ª Libby Drake é uma mulher sensível e prática. Para as suas irmãs muito mais aventureiras, ela sempre foi a «rapariga bem-comportada». Certamente que não a veem como uma mulher capaz de atrair a atenção de um génio como Ty Derrick – até um acidente trágico deixar o atraente bioquímico à sua mercê.
Ao ajudá-lo, ela vai avivar os desejos há muito reprimidos do recém despertado Ty pela mulher que lhe salvou a vida. Mas ele não é o único homem que anda de olho em Libby Drake. Ela captou igualmente a atenção de um admirador perigosamente influente. Alguém que persegue a sua beleza elementar e tem algum objetivo perverso. E está disposto a tudo para o conseguir.
Com a sua combinação sensual de romance e suspense de cortar a respiração, a campeã de vendas número um do New York Times, Christine Feehan, chega com ousadia onde nenhum outro escritor chegou. Desta feita apresenta-nos Libby Drake, uma das mágicas irmãs Drake todas elas encantadas por profecias de amor…


Sobre a autora: CHRISTINE FEEHAN é autora nº 1 bestseller do New York Times. Tem mais de 40 romances publicados, incluindo quatro séries. Recebeu três dos nove Prémios Paranormal de Excelência em Literatura Romântica (1999). Desde então tem sido publicada pela Leisure Books, Pocket Books, e actualmente escreve para Berkley/Jove. Galardoada com sete prémios PEARL, Feehan tem triunfado na lista dos mais vendidos, incluindo o Times, Publishers Weekly, USA Today, Bookscan, B. Dalton, Amazon, Barnes & Noble, Waldenbooks, Ingrams, Borders, Rhapsody Book Club e Washington Post. Feehan recebeu inúmeras homenagens ao longo da sua carreira e foi candidata para o prémio RITA. Recebeu igualmente um Achievement Award do Romantic Times e um Borders 2008 Lifetime Achievement Award.

[Opinião] "Números: O Caos", de Rachel Ward

Sinopse: Junho de 2026. Adam consegue ver números nos olhos das pessoas, que correspondem à data da sua morte. Mas não pode revelar a ninguém este segredo. Como se não bastasse viver com aquele terrível dom, as coisas vão tornar-se ainda mais difíceis. Ele sabe quando todos vão morrer: 1 de janeiro de 2027.
Sarah, uma rapariga reservada mas cheia de personalidade, tem uma complicada história pessoal que a leva a fugir de casa dos pais. Tem um pesadelo recorrente e assustador com Adam, mesmo sem nunca o ter visto. Depois de o conhecer, desenvolve por ele uma forte atração, o que só a deixa mais confusa.

Ambos partilham de premonições semelhantes: fogo, água, morte, destruição, caos. Algo tremendo irá acontecer. O que será? Como vão impedi-lo?







Opinião:

Estava muito ansiosa por ler este livro.
A sinopse e a capa aguçaram a minha curiosidade e logo que pude peguei neste livro.

Adam sempre foi um rapaz estranho. Ele consegue ver o dia e o ano de morte de todas as pessoas que olha nos olhos. E a forma como vão morrer. Quando o mundo inteiro entra em colapso, Adam e a sua avó têm de fugir para Londres. E é em Londres que Adam se apercebe que algo de muito grave irá acontecer.

Sarah é uma rapariga de 16 anos que, desde os 12 anos, é expulsa de todas as escolas em que anda por causa do seu mau comportamento. Toda a gente pensa que ela é uma rapariga rebelde e sem regras. Mas a sua vida não é nada fácil e o seu “mau comportamento” é consequência dos contínuos abusos que recebe em casa.

Gostei de ler este livro, mas estava à espera de mais. Penso que ação decorreu rápido demais e em certos pontos foi difícil de acompanhar o desenrolar dos acontecimentos.
Na minha opinião as personagens principais eram um pouco “sem sal”. Não senti nenhuma empatia com elas. Gostei mais da avó de Adam do que do Adam e da Sarah. Penso que lhes faltou personalidade e profundidade e a sua relação evoluiu depressa demais.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

[Opinião] "Acqua Toffana", de Patrícia Melo

Sinopse: Uma mulher suspeita que o marido a trai e procura a polícia, convencida de que ele é também o brutal assassino de mulheres que habita as manchetes dos jornais.
O funcionário de um cartório, pai de família aparentemente exemplar, vê a sua vida transformar-se diante do ódio incontrolável que o faz aproximar-se de uma vizinha para planear minuciosamente a sua morte.
Ciúme e ódio, testemunha e perpetrador, em duas narrativas paralelas – que se cruzam de forma inesperada – e em que o sexo surge como o poderoso elo entre o assassino e a vítima.







Opinião:
Patrícia Melo nasceu em 1962 e é romancista, dramaturga e argumentista. Publicou Acqua Toffana em 1994 e os seus livros estão traduzidos em mais de 10 línguas.
Acqua Toffana não é um livro qualquer. Não pode ser considerado um policial, nem pode ser considerado um triller.

Gostei da relação entre o título do livro e o seu papel na história. Acqua Toffana é um veneno renascentista que, se colocarmos uma gota numa bebida durante dois anos é mortal. 
Neste livro vemos o desenrolar de duas histórias que parecem não se relacionar, mas que no final se entreligam.
Na primeira história conhecemos uma rapariga de 22 anos (é a única coisa que sabemos sobre ela) que tem a certeza que o seu marido é um serial-killer que anda a assombrar o seu bairro. Mais de metade desta história é escrita como uma confissão, tendo vários momentos em que a rapariga nos leva até às suas memórias. De forma um pouco abrupta termina esta história e começa a segunda.
Na segund a história acompanhamos o dia-a-dia de um homem que trabalha no cartório, é casado e tem dois filhos. Uma família normal. Até ao dia em que a sua vizinha Célia (sem se dar conta disso) desperta nele outra faceta. Uma faceta negra. Ao longo das páginas vamos vendo a sua mudança de homem pacato a assassino e os seus planos para matar a sua vizinha de forma não ser apanhado. Podemos dizer que ele se tornou obececado pela sua morte, pensando todos os minutos nisso ao ponto de perder o emprego e ficar depressivo quando ela viagem.
Tenho de dizer que, o facto deste livro ter frases curtas e capítulos também curtos ajudam à leitura do livro porque, se fosse de outra forma iria demorar vários dias a lê-lo. A linguagem usada é um pouco estranha e por vezes tive de voltar atrás para tentar perceber o que tinha lido. Com este aspecto é possível perceber que os protagonistas viviam num estado de loucura, onde num parágrafo temos uma fala e um pensamento da personagem sem estar devidamente assinalado.
Não recomendo este livro a toda gente. Mas é um livro interessante e foi uma boa surpresa.