terça-feira, 10 de setembro de 2013

[A Deusa Lê] "A Linha Ténue do Passado", de Mónica Cortesão Gonçalves

Sinopse: No Luxemburgo, Maria descobre uma mansão que pertencera aos seus ascendentes, de onde a sua avó havia fugido anos antes devido às calamidades que os habitantes sofreram durante toda a 2.ª Guerra Mundial. Descobre uma nova identidade, o seu verdadeiro lar, num sítio desconhecido onde se sente em casa. Encontra história, amigos, inimigos, amor, erotismo, filhos, e constrói um verdadeiro lar sob a ameaça mortal de dois alemães que se querem apoderar da sua herança, alegando fazerem parte dela.
Maria tem uma vida paralela enquanto dorme, através de visões de um passado doloroso, desenterra a história da sua família e o seu sofrimento durante a invasão alemã da 2.ª Grande Guerra, num país que até então não sabia ter agonizado tanto, descobrindo a verdadeira razão da fuga da sua avó para Portugal.

A obra funde o passado com o presente e a imaginação com factos verídicos, onde todas as experiências levam Maria a descobrir o inimaginável.





Sobre a autora: Nascida em Lisboa no ano de 1982, Mónica Cortesão Gonçalves permanece habitante da capital portuguesa até à data. Alcançou um vasto percurso profissional essencialmente como contabilista, havendo frequentado o Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (ISCAL).
Escreve desde que aprendeu a escrever, e lê desde então, evoluindo intensivamente na escrita com vários cursos específicos na área, e com a experiência que fora adquirindo ao longo dos anos intensos de criação.
História e fantasia como gosto pessoal, transporta nas suas obras o cheiro de outras épocas detalhadamente pesquisadas, permitindo ao leitor embrenhar-se nos pormenores verídicos desconhecidos da realidade de outrora, misturando a vasta imaginação.

[Opinião] "Bananus Maximus e os Egípcios", de Tim Collins

Sinopse: O meu nome é Bananus Maximus, e um dia serei o maior herói da história de Roma. Até lá, vou continuando a viver incríveis aventuras e, sobretudo, desventuras.
A mais recente aconteceu no Egito, onde fui em missão diplomática com Júlio César, que me considera «um temível herói romano».
A viagem acabou por não ser tão simples como eu imaginara. Tive de lutar contra um faraó mimado, quase morri no deserto e por pouco não vi os meus miolos arrancados pelo nariz por egípcios que queriam transformar-me numa múmia.

Mas a maior tortura foi ver o grandioso líder do Império Romano transformado num banana só por se ter apaixonado pela nariguda da Cleópatra. Bahhh! Estes romanos são doidos bananas!
Olha, nada como leres os meus pergaminhos. Garanto que vais dar umas brutais gargalhadas.






Opinião:
Tal como já tinha acontecido com "Bananus Maximus", terminei este livre em menos de um dia.
Quanto mais lia, mais queria ler e a forma como está escrito (diário) ajudou imenso na rápida leitura.


Em "Bananus Maximus e os Egípcios", Bananus parte em viagem com Júlio César e o seu criado Lino para Alexandria com o objetivo de persuadir Ptolomeu - o arrogantezinho e idiota faraó - a pagar a dívida a Roma. Quando não o consegue, traz de volta Cleópatra (que estava no exílio) para que Júlio César se apaixone por ela e a declare como verdadeira faraó.

Mais uma vez, Tim Collins encontrou uma forma divertida e rápida de ensinar um pouco de história aos mais pequenos.


Adorei!

domingo, 8 de setembro de 2013

[Opinião] "Intriga em Monte Carlo", de Elizabeth Adler

Sinopse: Sunny Alvarez está farta de amar um homem que não se quer comprometer e o desejo de se afastar de tudo é mais forte do que nunca.
Em Monte Carlo, espera encontrar descanso e tranquilidade; mas é apanhada numa teia de intrigas que envolvem uma série de roubos de joalharias elegantes. Será que Sunny pode confiar nos novos amigos que conhece naquele hotel glamoroso do Sul de França?
A velha amiga de Sunny, a estrela de cinema Allie Ray, que possui uma vinha em França, vem em seu auxílio e tenta, ao mesmo tempo, transformar a vida e a aparência da sua velha amiga, Pru Hilson, com uma mudança de visual que altera não só o seu aspeto desleixado e com excesso de peso, mas converte também Pru numa detetive amadora.
Se Sunny não deslindar esta embrulhada, poderá acabar como cúmplice involuntária de roubo, chantagem e até homicídio. Quando o seu namorado, Mac Reilly aparece, vem preparado para fazer tudo para recuperar Sunny, não sendo de somenos ter de resolver os crimes e salvar-lhe a vida.
Repleto de pormenores decadentes e com a escrita inconfundível que tem encantado a legião de fãs de Elizabeth Adler, Intriga em Monte Carlo é uma perfeita gema e uma perfeita evasão.



Opinião:

Este é o primeiro livro que li de Elizabeth Adler. E fiquei agradavelmente supreendida.

"Intriga em Monte Carlo" tem, novamente, como protagonistas Mac e Sunny. Foi com este aspecto que eu senti mais medo de não conseguir acompanhar a história do livro. Mac e Sunny são os protagonistas de outros livros da escritora e este é o primeiro que eu leio. Mas, felizmente, não me senti condicionada por esse factor.
Sunny está farta de ser rejeitada. Mac adiou de novo o casamento e ela até já tinha comprado o vestido de noiva! Por essa razão, deixa uma carta e o anel de noivado na casa de Mac e parte, a toda a pressa, para Paris. E é durante o voo que conhece um atraente homem chamado Eddie. Eddie aconselha Sunny a hospedar-se em Monte Carlo ao invés de ficar em Paris. E é em Monte Carlo que a vida de Sunny se complica.

Elizabeth Adler cativou-me com a sua escrita leve e divertida (mesmo nos momentos mais tensos), com as suas personagens bem construídas e algo complexas e com a sua imaginação.
Tenho de admitir que as minhas personagens preferidas foram a Pru e o Eddie. A Pru por ser uma mulher atormentada que, depois de ser abandonada pelo seu marido traidor, pede ajuda a Allie. Mas só depois de engordar uns bons quilos e aumentar de tamanho. Eddie porque, mesmo depois de ser rejeitado por Sunny, encontra consolo nos braços de uma mulher completamente diferente da ex-mulher e de Sunny em termos físicos. 

Para terminar tenho só de alertar para um erro na sinopse. Na sinopse o nome da misteriosa e bela indiana é "Mara", mas na história o seu nome é "Maha". Então? Em que é que ficamos? Mara ou Maha?

Fico à espera dos próximos livros de Elizabeth Adler.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

[A Deusa Lê] "Intriga em Monte Carlo", de Elizabeth Adler

Sinopse: Sunny Alvarez está farta de amar um homem que não se quer comprometer e o desejo de se afastar de tudo é mais forte do que nunca.
Em Monte Carlo, espera encontrar descanso e tranquilidade; mas é apanhada numa teia de intrigas que envolvem uma série de roubos de joalharias elegantes. Será que Sunny pode confiar nos novos amigos que conhece naquele hotel glamoroso do Sul de França?
A velha amiga de Sunny, a estrela de cinema Allie Ray, que possui uma vinha em França, vem em seu auxílio e tenta, ao mesmo tempo, transformar a vida e a aparência da sua velha amiga, Pru Hilson, com uma mudança de visual que altera não só o seu aspeto desleixado e com excesso de peso, mas converte também Pru numa detetive amadora.
Se Sunny não deslindar esta embrulhada, poderá acabar como cúmplice involuntária de roubo, chantagem e até homicídio. Quando o seu namorado, Mac Reilly aparece, vem preparado para fazer tudo para recuperar Sunny, não sendo de somenos ter de resolver os crimes e salvar-lhe a vida.
Repleto de pormenores decadentes e com a escrita inconfundível que tem encantado a legião de fãs de Elizabeth Adler, Intriga em Monte Carlo é uma perfeita gema e uma perfeita evasão.




Sobre a autora: 

Elizabeth Adler é britânica. Autora de mais de vinte romances, é reconhecida internacionalmente pelas suas histórias envolventes que combinam de forma magistral mistério, amor e destinos de sonho. Os seus livros estão publicados em vinte e cinco países, com mais de quatro milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.
Adler e o marido viveram em vários países até que fixaram residência em La Quinta, Califórnia, onde passam dias tranquilos na companhia dos seus dois gatos.

[Opinião] "Departamento 19", de Will Hill

Sinopse: Jamie Carpenter tem 16 anos e perdeu o pai há pouco tempo. No mesmo dia em que descobre que a sua mãe foi raptada por um vampiro, é salvo por uma criatura gigante que diz chamar-se Frankenstein e que o leva para o Departamento 19, a agência supersecreta do governo.
Conhecida também por Luz Negra, esta agência foi fundada há mais de um século por Van Helsing e outros sobreviventes de Drácula para combater as forças do sobrenatural. Com a ajuda da agência, de Frankenstein e de uma jovem vampira por quem se apaixona, Jamie vai fazer tudo para salvar a sua mãe, mesmo sabendo que terá de enfrentar um exército de vampiros sedentos de violência, sangue e destruição.






Opinião:
O mundo literário está cheio de livros sobre vampiros, lobisomens, monstros... Mas nenhum deles teve a audácia de escrever uma história passada no século XXI em que uma das personagens principais é o famoso Frankenstein.
Will Hill escreveu um livro que irá revolucionar o mundo dos vampiros e do sobrenatural e fazer corar de vergonha escritores de outras sagas vampirícas.

Jamie Carpenter é um jovem de 16 anos que, há dois anos, viu o seu pai ser assassinado sem razão aparente. Afinal ele era um mero funcionário do estado. Ou isso pensava Jamie. Quando, numa noite, é atacado por uma jovem vampira chamada Larissa descobre que a sua mãe foi raptada por um dos três primeiros vampiros que existentes no mundo e, também, que a sua vida era uma grande mentira.
Aqui temos a premissa para uma história fascinante em que o "herói" é um adolescente desengonçado e vítima de bullying.
Will Hill tem uma escrita fluída e sem floreamentos. Capítulos curtos e que se lêem num instante. Confesso que no início foi um pouco complicado entrar na história, mas com o decorrer da acção fiquei completamente viciada e só queria ler mais e mais.
As personagens cativam e têm personalidade. Até aquelas que só aparecem durante 10 minutos e morrem. Tenho de confessar que a personagem que mais gostem foi o Frankenstein que, mesmo depois de ser tratado de forma injusta pelo Jamie foi ao seu socorro e salvou-lhe a vida. Três vezes.
Outro ponto a favor do livro é a alternância das datas durante o livro. Tanto estavamos em 2009. como em 1902, como em 2005. Conhecemos algumas personagens que tiveram um papel fucral em alguns dos acontecimentos que dão razão de ser ao Departamento 19.
Mas tenho uma pergunta: o livro "Departamento 19" é o começo de uma saga?
Espero que sim!
Recomendo.