terça-feira, 28 de janeiro de 2014

[Novidades] ASA

Em 1945, enquanto o mundo celebra a vitória sobre o exército nazi, a Alemanha derrotada é dividida. De um lado, a União Soviética. Do outro, os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França. A Guerra Fria está prestes a começar. Em Hamburgo, grupos de crianças esfomeadas vasculham os destroços em busca de alimentos, famílias desalojadas lutam por abrigos imundos. É nesta cidade arruinada que o coronel Lewis Morgan é encarregado de repor a paz. O governo inglês requisita uma casa para o acolher a ele e à família. Aos proprietários da mansão resta a indigência. É então que o coronel propõe uma solução inédita: a partilha do espaço. Mas ao contrário do que coronel espera, este pacto vai ser explosivo. A sua mulher, Rachel, vive fechada em si própria. O filho de ambos, Edmund, debate-se com uma solidão extrema. A alemã Freda é a adolescente rebelde, filha de Herr Lubert, um homem de elite inconformado com a submissão que lhe é imposta. Entre segredos e traições, a vida na casa é uma bomba-relógio que uma paixão proibida ameaça ativar.. Baseado no extraordinário ato de bondade do avô do autor, O Despertar do Mundo pinta um retrato único da guerra vista do lado dos perdedores.







Tommy e Tuppence estão casados há seis anos, continuam apaixonados um pelo outro e têm uma vida tranquila. Mas tanta perfeição provoca em Tuppence um tédio de morte. E até mesmo o pacato Tommy admite ter saudades das aventuras detetivescas do passado. Por isso, quando um velho amigo lhes faz uma proposta invulgar, eles aceitam de imediato. A missão é aparentemente simples. Contudo, a realidade vai superar os mais loucos devaneios do jovem casal. E quando pensam já ter corrido todos os riscos, a maior das surpresas ainda está para vir ...   Unidos pelo crime (Partners in Crime) foi originalmente publicado em 1929 na Grã-Bretanha, tendo sido editado no mesmo ano nos Estados Unidos. Foi adaptado para televisão em 1983.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

[Opinião] "A Herança", de Katherine Webb

Sinopse: Após a morte da avó, as irmãs Erica e Beth Calcott regressam a Storton Manor, a imponente mansão da família. Rodeada pela atmosfera mágica das férias de Verão da sua infância, Erica relembra o passado, particularmente o primo Henry, cujo desaparecimento daquela mesma casa dilacerou a família e marcou Beth terrivelmente. A jovem decide agora descobrir o que aconteceu a Henry, para que o passado possa ser enterrado e a irmã consiga finalmente encontrar alguma paz. Mas, quando começa a investigar, um segredo familiar ameaça sair da sombra: uma história que remonta à América na viragem do século XIX, protagonizada por uma bela herdeira das classes altas e uma terra selvagem e assombrosa. À medida que o passado e o presente convergem, Erica e Beth têm de enfrentar duas terríveis traições e uma dolorosa herança.







Opinião:
Este livro sempre me chamou à atenção. A capa é linda, e a sinopse é misteriosa. O livro ficou muito tempo na estante a aguardar a sua vez de ser lido e finalmente peguei nele. Cheia de expectativas e alegria. Enfim.

Beth e Erica são duas irmãs que, sem saberem bem porquê, recebem de herança a enorme e velha mansão que pertence a sua família à gerações. Quando eram pequenas elas passavam todos os Verões nessa mansão, mas desde que o seu primo desapareceu misteriosamente, as visitas acabaram. Mas o sentimento de culpa ficou. Quando são "obrigadas" a voltar para a mansão, Erica decidi descobrir o que se passou com o primo a todo o custo. Etc, etc, etc.

Este é um livro que não me enchem as medidas. Foi bom para passar o tempo, mas não acrescentou nada de novo. A sinopse prometia uma história de mistério e "traição" mas, na minha opinião, foi mal explorada. Claro que a descoberta do que realmente aconteceu ao Henry me deixou de boca aberta. Mas foi a única coisa. O resto do livro foi uma autêntica seca! A história da Caroline foi das únicas coisas que não em fez parar a leitura. 

domingo, 26 de janeiro de 2014

Maratona Literária Viagens (In)esperadas


Mais uma maratona! Mais uma maratona!!
Esta maratona é patrocinada pelos blogues Por Detrás das Palavras e Sonhar de Olhos Abertos e começa às 00:00 do dia 27 e termina às 24:59 do dia 31 de Janeiro.

Como esta maratona é temática, temos um tema obrigatório (DAH!) que é:


  • Livros escritos por autores que nunca leram

Vamos ter direito também a desafios diários.

Estou tão excitada! Adoro maratonas!!

Para esta maratona propôs-me a ler dois livros.


Vamos lá ver como corre :)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

[Novidade] Editorial Planeta

A comovente história verídica de uma mãe e do filho que foi obrigada a renunciar.
É uma história de vida impressionante de uma mulher irlandesa que escondeu um segredo durante cinquenta anos. Este segredo foi escondido devido à vergonha e ao grande trauma por que passou. Philomena Lee, uma jovem que procurou refúgio numa abadia por estar grávida e solteira, foi posteriormente obrigada pelas freiras e bispo a dar o filho para adopção (pois a igreja argumentava que uma mãe solteira era uma desgraçada moral a quem não se devia podia permitir ficar com o filho). Philomena tentou toda a vida encontrar o filho mas nunca soube para onde foi.
  O filho tentou procurar a mãe mas a igreja negou- lhe informações, pois receava a descoberta do macabro negócio de venda de crianças. Este escândalo, quando descoberto, abanou os alicerces da igreja católica e embora tenham pedido publicamente perdão às mães a quem venderam os bebés, sofreram a vergonha também pública de não serem perdoados.


Simon Hawkins, duque de Trent, está habituado aos escândalos. Os rumores e insinuações caíram sobre a Casa de Trent durante décadas, e Simon teve de limpar o nome de família. Vive por um rigoroso código de honra, mas quando tem de investigar o desaparecimento da mãe, o ilustre duque vai também encontrar a tentação, pois depara-se com a única mulher e que amou e que também é a última mulher que devia desejar.
Sarah Osborne passou a vida a sonhar com o toque de Simon. Mas os duques não se interessam por criadas. Sarah acredita que, o beijo roubado despertou uma paixão que pode ser a sua ruína. Mas ao começarem um romance proibido, surgem inimigos dispostos a destruir o duque e tudo o que ele ama. Simon vê-se preso numa teia de chantagem e, enfrenta uma escolha angustiante: sacrificar o futuro da família ou partir o coração de Sara.

[Novidade] Porto Editora

Um dos fenómenos do momento na área do romance negro é o escritor americano Don Winslow e um dos seus livros de maior sucesso é O Inverno de Frankie Machine, um thriller que a Porto Editora publica a 24 de janeiro. Esta é uma história de máfia, cujos meandros Winslow retrata com mestria, e que envolvem lutas de poder, a indústria da droga e do sexo, corrupção e violência. Herdeiro de livros como O Padrinho, O Inverno de Frankie Machine tem vindo a ser elogiado pela crítica por combinar de forma sublime o bom humor, a inteligência e a ação, e pelo seu protagonista, um anti-herói que tem a cabeça a prémio e que não deixará o leitor indiferente.


Sinopse:

Frank Machianno deve a alcunha – Frankie Machine – ao seu talento de atirador de elite: no tempo em que trabalhou para a Máfia era uma verdadeira máquina de matar. Hoje, reformado, passa as manhãs a surfar nas praias de San Diego, na companhia de alguns amigos; durante o resto do tempo, trata da sua loja de apetrechos de pesca e vela para que tudo corra bem com os restaurantes a que fornece peixe fresco e toalhas de mesa. Até ao dia em que, aceitando prestar serviço ao filho de um boss local, é apanhado numa armadilha. O passado regressa então a galope e Frankie não consegue compreender a razão por que todos desejam a sua morte…


Ela era a rainha de Jhansi, um reino livre do centro da Índia. Uma jovem viúva de trinta anos, impetuosa e altiva. Morreu na guerra, vestida de homem, as rédeas do cavalo entre os dentes, uma espada em cada mão e um colar de pérolas ao pescoço. Este movimento de libertação nacional, conhecido por «revolta dos sipaios», dilacerou o ventre da Índia em meados do século XIX, quando os soldados indígenas de pele escura, conhecidos como «sipaios», se sublevaram contra os amos brancos, ou os «John Company», em referência à Companhia das Índias Orientais. Muitas humilhações, muitos rajás destronados, muitas explorações… Certo dia, tudo explodiu. Nasceu a insurreição. A guerra de independência indiana durou dois anos, dois terríveis anos de vitórias e massacres, largamente comentados a partir de Londres por dois correspondentes de imprensa, Karl Marx e Friedrich Engels. Quando a guerreira morreu, a Índia deixou de ser livre. Mas, ainda hoje, as crianças indianas aprendem na escola a canção que celebra a sua glória. Um destino fulgurante, cantado por todo um povo e contado com energia por Catherine Clément, que aqui reencontra a Índia que tão bem conhece.