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quinta-feira, 20 de junho de 2013

[Opinião] "A Conspiração dos Fidalgos", de Alexandre Rocha

Sinopse: «Alexandre Rocha reuniu documentação sobre um período dado das Histórias de Portugal e do Brasil, entre os séculos XVIII e XIX, compôs personagens, reconstituiu cenários e atmosferas segundo requisitos do género, pôs factos e fantasia no vasto percurso da narrativa. Com desenvoltura, atenção aos panoramas de enquadramento e a toda a casta dos pormenores que entendeu pertinentes, sentido dos ritmos, revelando zonas obscuras e mais conhecidas de uma era em que Bocage surge no tumulto.
E confere a Miguel Herculano, o seu herói num sobressalto afectivo e ontológico, a expressão policroma de quem enfrenta interregnos e mudanças, indecisões, fugas, lances sucedidos e falhados. De certa feição, o autor reencontra A Conspiração dos Fidalgos, a corte de D. João VI e temas que recolhe na época para projectar interrogações que são também as dos dias que passam.»

João Manuel Mendes
Presidente da Associação Portuguesa de Escritores



Opinião: 
Estava tão entusiasmada com a leitura deste livro, que até tenho vergonha de escrever o que vou escrever.

Na verdade, não consegui terminar a leitura do livro. Começava a ler, cansava-me de ler, tentava de novo e voltava a cansar-me.
A partir de certo momento, comecei a ler na diagonal e não conseguia assimilar nada.

Penso que o excesso de descrições (da família, da quinta, da vila) tornou a leitura muito pesada e difícil. 

Não recomendo.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

[A Deusa Lê] "A Conspiração dos Fidalgos", de Alexandre Rocha

Sinopse: «Alexandre Rocha reuniu documentação sobre um período dado das Histórias de Portugal e do Brasil, entre os séculos XVIII e XIX, compôs personagens, reconstituiu cenários e atmosferas segundo requisitos do género, pôs factos e fantasia no vasto percurso da narrativa. Com desenvoltura, atenção aos panoramas de enquadramento e a toda a casta dos pormenores que entendeu pertinentes, sentido dos ritmos, revelando zonas obscuras e mais conhecidas de uma era em que Bocage surge no tumulto.
E confere a Miguel Herculano, o seu herói num sobressalto afectivo e ontológico, a expressão policroma de quem enfrenta interregnos e mudanças, indecisões, fugas, lances sucedidos e falhados. De certa feição, o autor reencontra A Conspiração dos Fidalgos, a corte de D. João VI e temas que recolhe na época para projectar interrogações que são também as dos dias que passam.»

João Manuel Mendes
Presidente da Associação Portuguesa de Escritores



Sobre o autor: Alexandre Rocha nasceu no Rio de Janeiro em 1977, no seio de uma família portuguesa. Teve uma educação técnica que incluiu, no liceu, o curso de electrónica e no ensino superior, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, o de engenharia informática, campo onde actuou amplamente no Brasil e também no estrangeiro.
Chega a Portugal em 2001. Licenciou-se em Comunicação pela Universidade do Minho, tendo publicado em diversas secções do Jornal de Notícias, Correio do Minho e Diário do Minho.
O seu interesse pela escrita despontou desde cedo, publicando o que seria o seu primeiro romance ainda na adolescência, na secção de arte e cultura da Feira de Tecnologia da escola técnica que frequentava. Entre as temáticas que lhe despertam maior interesse encontram-se o ensaio, a literatura histórica, militar e também o realismo fantástico, áreas que sintetiza em «A Conspiração dos Fidalgos».
Actualmente é Gestor de Ciência e Tecnologia na Universidade do Minho, em Braga.